vênus oposta plutão – decomposição.

Posted by on 16/08/2017 in Astrologia | 0 comments

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sempre que passei por aqui falando de plutão, eu muito falava sobre desapego, uma tranSformação necessária e não por isso desejada ou doce de atravessar.

hoje temos na dança dos planetas algumas tensões – que fazia tempo queu não escrevia por aqui e volto pensando exatamente no desapego, que agora começarei a tratar como decomposição. entre essas tensões estão: mercúrio retrô oposto netuno, vênus quadrada júpiter e vênus oposição plutão.

ta denso, ta silencioso e ao mesmo tempo murmurante. nessa densidade é de vênus oposta plutão que quero falar, é dessa oposição que causa decomposições de várias ordens, inclusive íntimas. o tempo que a decomposição vai tomar depende do quanto a resistência a ela permitir não lidar.

não é das maiores alegrias decompor afetos, mesmo quando sabemos a necessidade dessa ação, de encontrar espaços pelo corpo e imprimir o desejo de novas vidas, toques, sensações. vênus oposta plutão provoca os poros e isso desencadeia sensações indicando onde algo acaba de perder força e assim, cada um pode reagir como melhor conseguir a isso.

o humor da conversa é de caranguejo, que olha tudo ao mesmo tempo agora e anda pelas pontas das pinças, outro humor é o caprica, sobre a montanha e o silêncio. andar sobre pinças e uma montanha trocando afetos e sensações nessa oposição provoca pontos feito acupuntura.

caso não se saiba lidar com a vida tatuando a pele e deixando feridas para virar lembranças de tempo, há possibilidades de ações agudas, nesses casos, o que poderia ser uma calma decomposição ganha espaço de um imenso buraco, onde o desapego se apresenta de forma abrupta.

estamos em tempos de rupturas, respire e faça as coisas com calma, grandes movimentos servirão só de faísca.

dia de mercúrio – dança dos planetas

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JÚPITER QUADRADO PLUTÃO – ENCONTRO DOS HUMORES OPOSTOS

Posted by on 08/08/2017 in Astrologia, Portfolio | 0 comments

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O encontro entre um planeta que pode ser visto a olho nu com outro planeta que se encontra num ponto muito distante do sistema solar é no mínimo curioso. Júpiter e plutão em quadratura por 13 dias.

Sim durante esses 13 dias, temos o início, seu ponto exato e seu caminho para dissolução da quadratura. Com seus 90° inflexíveis que por si já provoca muitas frustrações e canseiras, ainda indica que conseguindo respirar é possível encontrar a melhor forma de atravessar esse período.

Pensar júpiter e plutão juntos é algo para se sentir profundamente, enquanto há um lado extremamente potente e forte rumo a expansões, há o outro que chega do profundo do céu e carrega em si a força da regeneração.

Plutão hoje que se encontra pelo signo de capricórnio, está em movimento retrógrado e (re)movendo a lama fértil, fomentado vida onde tudo parece silencioso e com bolhas esparsas brotando lentamente aqui e ali.

Júpiter segue direto por libra, os pratos da balança indicam peso extra, a justiça que poderia estar com saúde em dia, tropeça em si e não comporta o equilíbrio. A expansão que soma três casas anda em tropeços e prestes a implodir necessitando retornar 10 casas… Mas poderia evitar a fadiga e buscar melhor o equilíbrio.

Regeneração, morte, transmutação, ocupação de todo espaço, perda do limite, exagero na diplomacia – coisas que cabem da política a nós ali refletidos no espelho.

A quadratura entre esses dois planetas, nos entrega no colo à dimensão de como forças sem controle podem transformar tudo em um estado brocha e ainda assim, provoca em nós o pensamento e reconhecimento dessa incapacidade que chega a oprimir sem o menor pudor a liberdade.

Respirando profundamente, a sensação que fica é uma overdose de qualquer dose de limite, buscando sentir onde rasga, onde fere ou se estoura no ponto mais fraco. Que também pode ser a lei, a saúde, o pensamento, um governo, moradores de rua…

Resistir à morte é o mesmo desejo de resistir à vida, plutão vasculha os pratos da balança e seu convite por 13 dias é limpar o espaço, remover o peso morto e provocar junto de júpiter a não crença do fim, da perda irreparável. Esse encontro tenciona para repensarmos nossos corpos e limites junto a tudo que estamos vivendo.

Não importa a ordem do humor, íntimo ou que reverbere em muitos, mas o momento não pede corpos catatônicos, convoca o equilíbrio para cuidarmos da saúde em todas suas esferas, e abandonando leis ou costumes que não compõe com a vida que desejamos constituir.

São tremores pelo desequilíbrio que provoca a terra, as bases onde construímos nossas ações, ficar sobre o muro nesse momento pode provocar mais dor que passar pela quadratura e respeitar o tempo da despedida.

Não se torne apático, contribua com as mudanças, conquiste seus desejos, equilibre os pratos da balança.

– Início da quadratura: 29/07 – 08h15 (br) 11h15 (ut) – júpiter 16°40’ e plutão 17°40’

– Ponto exato da quadratura: 04/08 – 15h47(br) 18h47(ut) – júpiter 17°31’ e plutão 17°31’

– Fim da quadratura: 01/08 – 14h18 (br) 17(ut) – júpiter 18°24’ e plutão 17°24’

– postado originalmente em Agência Cósmica de Inteligência

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LUA NOVA DANÇANDO COM O FOGO?

Posted by on 24/07/2017 in Astrologia, Lua, Portfolio | 0 comments

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A dança se apresenta em flâmulas, ela é quente e vem despertando pós um ciclo denso das últimas luas e alguns aspectos entre planetas. Nós feitos d’água ressentimos e ressoamos a cada maré baixa e alta, fomos o mais próximo que podemos da natureza que nos compõe e nos decompõe.

Dia 23/07 às 06h46 (br) – 09h46 (ut), no dia do sol a lua se faz nova e alimenta nosso humor com fogo, nos coloca em contato com nosso mais pulsante instinto alimentando o fluxo para nos movimentar.

Tempo bom ou ruim não deixará de fazer parte, mas por um instante o encontro em sol, lua e marte em leão, com o fogo fixo que dança e não perde tônus nos oriente junto de nosso instinto.

É fogo fixo, marte está por lá, catalisa, provoca, pensa mercúrio em trígono com fogo cardinal e mutável. O fogo se apresenta em todas as formas para a dança, nos envolve e a cada pulso ganhamos mais coragem para criar esse novo ciclo, repleto de calor e vida.

A lua nova nos entrega o sentimento de vida, cria espaço e começa a preencher com sua maré com sol de meio dia. Quente, envolve os desejos e ganhamos fôlego, mais e mais.

Outro humor é ansiedade, desejo pra ontem, antecipação, já, já, já… aqui basta não esquecer que precisa expiração ou o pulmão enche de ar e dá sensação da falta dele. Evita se perder na demasia, no estouro do fogo na madeira seca. Aproveita o ensejo e cria contorno, não deixa a chama apagar porque não dosou a dose.

Passado o abuso, é lua nova, aproveita que é em leão, que tá com ação e deseja seu espaço. Use disso para conquistar seus desejos sem que ações maiores te consumam ou te censure a vida.

– lua 00°44’ conjunta sol 00°44 conjuntos 00°44 em leão

– mercúrio 26°45’ de áries trígono urano 28°28’ de áries trígono saturno retrógrado 22°01’ de sagitário

– postado originalmente em Agência Cósmica de Inteligência

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SOL E MARTE EM QUADRATURA COM URANO

Posted by on 24/07/2017 in Astrologia, Portfolio | 0 comments

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Vem de um crescente, sua exatidão é hoje às 22h36 (br) 01h36 (ut) marte em quadratura com urano. Essa precisão do encontro é como o romper com pensamento dentro de um quadrado, com seus ângulos de 90° estáticos e o desafio é atravessar de um modo seguro ou pelo menos, com baixo risco de danos.

Esse encontro desperta a precipitação, fica um ar irritado, a sensação que algo está por um fio ou um toque. Ao mesmo tempo em que há um desconforto em construir limites, há a percepção das mudanças e novos contornos se apresentando.

Já na quinta 20/07 às 21h25 (br) 00h25 (ut) o sol se apresenta entrando em conjunção com marte e se juntando a quadratura urano – marte. Se antes já havia o desconforto agora se soma ao encontro imprevisibilidade na necessidade de atravessar e descobrir algo novo ou no mínimo diferente.

Romper com autoridades ou leis impostas pode ser uma das inquietações, se há contornos que não representam seus interesses é um catalizador de intenção esse encontro. Mas o interessante é travessar tensões da melhor forma possível, onde ao atravessar se consiga sair o máximo inteiro possível.

A construção dos dias que seguem por essa semana desenha um traço crescente, quente, sinuoso, propenso a adversidades, mas sem duvida alguma, dentro de uma tensão que pode se manifestar ora em instantes de uma grande apatia, ora uma desconstrução da confiança, como picos de irritabilidade que podem gerar marcas profundas.

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Outro caminho desses encontros é a tensão que provoca o medo de sermos castrados de viver em imanência, presos por ações que nos tiram a liberdade. Que podem ser apresentados, por exemplo, pela fria face da censura.

São tensões, provocam o corpo todo – do micro ao macro, onde há desgosto com o entorno é necessário o movimento, não ficar apático como se parado fosse a melhor forma de atravessar.

É com a provocação desse encontro que podemos sair dessa apatia e buscar nossos limites e ideias, formas, representantes que não desconstruam nossa vida.

Pode ser dentro de um relacionamento, pode ser dentro do espaço de trabalho, pode ser consigo, tente não virar a própria granada e adoecer, mas não evite o passo e encontre onde é possível construir base para transformar, derrubar, implodir…, ou que for necessário para seguir.

Afinal, há um incomodo entre esferas, como formas de poder e ações que podemos ter. Um abuso em ações arbitrárias que estão tocando o limite do imprevisível já, por isso usar dessa tensão e atravessar todo esse estado delicado e explosivo da forma mais leve que se consiga encontrar é um bom começo.

Mas enquanto essa semana durar evite a apatia, só não faça isso de uma forma que implique em violência, atravesse.

– marte 28°25’ de câncer quadrado urano 28°25’ de áries

– sol 28°25’ de câncer conjunto marte 00°19’ de leão quadrado urano 28°27’ de áries

– imagem Nele Azevedo – Monumento Mínimo.

– postado originalmente Agência Cósmica de Inteligência

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LUA CHEIA conjunta com Plutão em Capricórnio – Pressão a um Novo Patamar

Posted by on 11/07/2017 in Lua, Portfolio | 0 comments

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Acredito que a Lua Cheia que acontece em Capricórnio carrega em si a potência para descentralizar fluxos normativos que nos circundam. Em oposição ao Sol em Caranguejo, os dois luminares vão a esse encontro em conjunções com plutão e marte.

Construir um novo contorno ao corpo ou ao macro – aqui pensando na política, por exemplo, mas você, sinta-se livre para criar outra imagem. E como estarmos vivos é um ato político, é assim um criar de sistemas para que possamos ir e vir entre nós, trabalho, ruas, noticias…

Marte é a lâmina bélica para que possamos tecer um novo contorno, um novo estar, desbravar caminhos ou podar aqueles que não mais se compõe conosco. Plutão também é a resistência, o transmutar de vidas, quando necessário, convoca ao desapego, ao descontrole, outro tipo de corte, mas que deixa marca profunda como um toque bélico.

Pensar Capricórnio é conseguir dentro do silêncio e da sua paciente perseverança subir a montanha e observar, pressentir qual o pulso do tempo, se é para recuar, se é para avançar, subir mais, descer quando necessário.

Caranguejo sobe e desce feito pressa, estica seus olhos e anda grão a grão quando o chão é de areia, conhece os minérios como ninguém, abre espaço em sua carapaça e amplia seu mundo-corpo, se esconde nele quando necessário e volta mais seguro de si.

A Lua Cheia que acontece no grau 17°09’ de capricórnio 01h07 (br) da madrugada de 09/07 – 04h07 (ut) chega com esse fluxo, com esse convite, para que consigamos construir esse atravessar, abandonar leis, regras, corpos e porque não formações ou instituições que não representem mais as necessidades de cada um ou de um povo.

Não é um convite `a guerra, mas um despertar para que se deixe a leseira, o torpor seguindo em concordância com instantes que tem o poder de destruir, massas, pessoas, vidas, liberdades.

Se pensarmos no quadro político, que todos esses encontros da Lua Cheia transformem paradigmas estacionados na falta da memória de uns ou `a sombra da censura, já em nosso corpo, que consigamos transmutar forças e formas para conquistar mais e mais nosso ser singular, nossa liberdade.

É Lua Cheia, que toda sua luminosidade seja potente para acordar nossos desejos e nos deixar prontos para cortar e transmutar o necessário, que nos liberte forças para nos despirmos de políticas mancas. SFPage

 

– postado originalmente em Agência Cósmica de Inteligencia

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a dança final do mês.

Posted by on 26/06/2017 in Astrologia | 0 comments

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pensei em formas de iniciar essa dança.. pensei que poderia ser pela conjunção marte mercúrio em caranguejo, o que de cara já me daria muita coisa para escrever e refletir por aqui.

mas como sou eu – cAmarga, vou inciar pelo fim, pelo mais difícil. por onde há necessidade de ser inteiro e não um corpo manco, por um lugar que busca espaço para existir de forma de forma inteira e singular.

estamos na última semana de junho, seu término tem a delícia de ser com um encontro entre três planetas, marte e mercúrio conjuntos em oposição a plutão – assim de forma simples: câncer e caprica, uma oposição que transmuta minérios e os convida ao cuidado e desapego.

esse desapego tem potência para aparecer em inúmeras situações: pode vir do encontro consigo e a descoberta que esse ou aquele sentimento, pensamento, apego, forma, ação não faz mais sentido. pode também ruir estruturas já trincadas em relações externas, íntima ou não.

íntima ou não?! sim.

desde um relacionamento pautado só em fotos lindas pelas mídias da internet, como também tem capacidade de ruir e trazer ao chão relações que mais mancam que caminham. onde a certeza era clara até outro dia, onde não cabe mais pensar de forma infantil e sim partindo da base madura de cada um.

se a base madura não conviver em harmonia com a outra base, um canyon pode se abrir e tudo se desmaterializar na sua frente. assim, observe se suas relações estão íntegras ou não, caso não.. bem, se prepare até o final da semana sua paciência  tende a cair muito e detonar esses cortes.

mas hoje ainda é segunda, e no signo do caranguejo temos o encontro de marte com mercúrio. encontro esse que pode detonar pequenas ou grandes bombas pela mais afinada e afiada arma que temos: a comunicação.

se por um lado abre espaço para maiores percepções dos sentidos e sentimentos e nos coloca em contato com nossos desejos, por outro também acende o pavio da falta de cuidado. e é assim que a água e seus minérios, que mangues podem invadir ou recuar nos espaços da natureza.

quando acende a faísca da comunicação, da fala sináptica que não tem mais paciência com nada, que não abre mais escuta para os melindres alheios e em alguns casos mais evoluídos, aos próprios! assim, a semana se desenha com o desejo de maior comunicação, de estar entre vários grupos, de desenvolver contatos que possam nutrir de forma saudável a vida.

e como no final da semana essa dupla afinada e afiada fazem oposição com plutão, a semana se desenvolve com o pavio queimando e encurtando distâncias para maiores profundidades e ou términos de relações.

cuidados básicos: não esquecer que só x ou y existe na face da terra e cuidar para não detonar o que não havia necessidade, ou, temer o fim e protelar para outro tempo e seguir sobrecarregado e exaurido por relações que estão só em busca do seu pescoço.

as sinapses estão prontas e aquecidas, o desapego está no final da semana pronto e maduro para receber todos os cortes, fins, mortes e quedas de máscaras que pareciam lindas – se bem que há quem já está nesse caminho e abandonando certas relações que se apresentaram íntimas e na verdade buscavam alguém que só elogiasse cada feito, fosse ele imaturo ou não..

há espaço de sobra para quem busca maturidade e deixar pesos extras para lá, também existe um fluxo forte que pede cuidado ao se comunicar para não ser a fala que solta rojões e depois os observa em queda pois os mesmos não tinham bases e nem motivos para serem ditos.

aos mais seguros de si e desistentes da vida manca e farta de alimentar só o outro, há espaço infinito para desapegar desses padrões e seguir livre, imenso, com energia de sobra para revirar o mundo e ainda assim sair sorridente, pois aproveitou a conjunção marte mercúrio e passou a existir depois de alguns desapegos necessários.

ps. não abuse da paciência do povo de caranguejo, ou de quem tenha caranguejo e ou caprica forte em seu zodíaco particular.

dança dos planetas – dia da lua.

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solstício de inverno

Posted by on 22/06/2017 in Astrologia, Lua, Portfolio | 0 comments

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E é SOLSTÍCIO – inverno no sul, verão no norte. Às 01h24 (br) 04h24 (ut), o Sol entra em Câncer, signo da casa, do ninho, da família, da raiz, marcando a nova estação.

O tempo tem suas formas de se apresentar, seja pelo passar das horas, das marcas pela pele, pela música e também pela noite mais longa. Aqui no hemisfério sul mergulhamos nesta noite mais longa, que toma espaço da luz do Sol, que cria fluxo para o encontro com o tempo da noite, do recolher e meditar.

Iniciamos o tempo da nutrição nesse 21/06, do encontro com o mais profundo para criarmos corpo raiz e ter potência aos montes para ocuparmos novamente a luz do dia.

Para brotarmos para a vida potente nos recolhemos e voltamos após eliminar o que não mais se compõe conosco, aproveite e mergulhe em si, perceba seu pulso e não tenha medo de virar raiz debaixo da terra, caminhe, descubra onde há espaço para relações verdadeiras e se reencontre com sua ancestralidade.

É a noite mais longa do ano, deixe seu corpo respirar aquecido, silencie e escute o pulsar da natureza.

Mani e a Mandioca – (lenda indígena)

De acordo com a lenda, uma índia tupi deu a luz a uma indiazinha e a chamou de Mani. A menina era linda e tinha a pele bem branca. Vivia feliz brincando pela tribo. Toda tribo amava muito Mani, pois ela sempre transmitia muita felicidade por onde passava.

Porém, um dia Mani ficou doente e toda tribo ficou preocupada e triste. O pajé foi chamado e fez vários rituais de cura e rezas para salvar a querida indiazinha. Porém, nada adiantou e a menina morreu.

Os pais de Mani resolveram enterrar o corpo da menina dentro da própria oca, pois esta era a tradição e o costume cultural do povo indígena tupi. Os pais regaram o local, onde a menina tinha sido enterrada, com água e muitas lágrimas.

Depois de alguns dias da morte de Mani, nasceu dentro da oca uma planta cuja raiz era marrom por fora e bem branquinha por dentro (da cor de Mani). Em homenagem a filha, a mãe deu o nome de Maniva à planta.

Os índios passaram a usar a raiz da nova planta para fazer farinha e uma bebida (cauim). Ela ganhou o nome de mandioca, ou seja, uma junção de Mani (nome da indiazinha morta) e oca (habitação indígena).

– texto originalmente postado em Agência Cósmica de Inteligência .

dança dos planetas – lua minguando.

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